quinta-feira, 21 de julho de 2011

Livro 27 - Daniel


Autor:   Daniel.
Época:  605 a 536 a.C.
Local:   Babilônia e Pérsia.

Daniel é um livro extraordinário por três razões: 1 – Contém um relato detalhado do caráter desse profeta; 2 – oferece-nos uma visão arrebatadora da ascensão e queda de reinos terrenos; 3 – prevê que o reino eterno será governado pelo Messias. A vida notável de Daniel no cativeiro ilustra uma variedade de princípios bíblicos relevantes para qualquer pessoa que viva em uma cultura hostil ao crescimento e ao compromisso espirituais. 

O livro de Daniel foi escrito em tempos de perseguição e sofrimento para o povo judaico. Por meio de histórias e de visões, o autor procura explicar ao povo por que eles estão sendo perseguidos e também os anima a continuarem fiéis a Deus. Chegará o tempo em que Deus acabará com o domínio dos pagãos, e mais uma vez Israel será uma nação livre e independente.

O livro se divide em duas partes:

1. Histórias a respeito de Daniel e dos seus patrícios, que estão vivendo na Babilônia, para onde foram levados como prisioneiros. Eles continuam firmes na sua fé em Deus e obedecem às suas leis, e por isso Ele os salva do sofrimento e da morte.

2. As visões de Daniel, que tratam de vários impérios que aparecem e depois desaparecem. Essas visões deixam bem claro que os perseguidores serão derrotados e que a vitória final será do povo judaico.

Esboço:
Histórias de Daniel e dos seus companheiros - caps. 01-06
As visões de Daniel - caps. 07-11
1. Os quatro monstros - cap. 07
2. O carneiro e o bode - caps. 08-09
3. O mensageiro do céu - caps. 10-11
O tempo do fim - cap. 12

Personagens a destacar:

Daniel – Tendo por base sua fé em Deus e a constância na oração, destacou-se entre as fileiras de conselheiros dos reis babilônicos e persas até se tornar um de seus estadistas e profetas mais respeitados.

Sadraque, Mesaque e Abede-Nego – Recusaram-se a abrir mão de suas convicções, tanto em decisões de menor importância, como por exemplo o tipo de alimento que comeriam, quanto em confrontos que colocavam em risco a vida deles (03.01-30).

Nabucodonosor – O maior dos reis babilônicos, esqueceu-se de que se tornara grande e famoso pelo poder de Deus e por isso sucumbiu ao orgulho e à arrogância. Experimentou insanidade temporária como castigo pelo seu orgulho (04.28-37), e sua história é uma advertência a todo líder acerca da natureza destrutiva da presunção.

Em Cristo,
Itamar Carrijo

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