terça-feira, 12 de julho de 2011

Livro 26 – Ezequiel


Autor:  Ezequiel.
Época: 592 a 570 a.C.
Local:  Babilônia.

No tempo do profeta Ezequiel, no ano 586 antes de Cristo, a cidade de Jerusalém foi tomada pelos babilônios. O profeta viveu na Babilônia, para onde os israelitas tinham sido levados como prisioneiros. Ezequiel pregou mensagens de Deus dirigidas ao povo que estava ali na Babilônia e também aos moradores de Jerusalém.

Deus falou a Ezequiel por meio de visões. O profeta falou ao povo a respeito dessas visões e também anunciou mensagens de Deus por meio de ações simbólicas. Ele ensinou que cada um é responsável pelos seus próprios pecados e que todos devem se renovar no seu íntimo, no coração. Ele também esperava que a própria nação de Israel começasse a viver uma vida nova na presença de Deus.

Sendo ao mesmo tempo sacerdote e profeta, Ezequiel mostrou interesse pelo Templo de Jerusalém e também ensinou que Deus exige que os seus adoradores vivam uma vida de santidade.

Ezequiel é um livro extraordinário de mistérios, visões, simbolismo, parábolas e alegorias que expandem nossa mente quanto ao esplendor da Glória de Deus. Ao mesmo tempo, convida-nos a nos colocarmos diante de Deus com temor, admiração e esperança. Este livro é uma coleção complexa de mensagens proféticas que proporcionam ao leitor recursos significativos para a compreensão do plano da salvação e da justiça de Deus sobre a terra.

Esboço:
Chamada de Ezequiel - caps. 01-03
Castigo de Jerusalém - caps. 04-24
Condenação das nações - caps. 25-32
Promessas de Deus ao seu povo - caps. 33-37
Condenação de Gogue - caps. 38-39
O futuro Templo e a futura terra de Israel - caps. 40-48

Personagens a destacar:

Ezequiel – Foi profeta e sacerdote de Deus durante o cativeiro de Israel na Babilônia. Descrito por Deus como sentinela sobre o muro, exortou o povo obstinado, advertindo-o da destruição iminente e lembrando os exilados de que Deus esperava deles obediência e adoração.

Jazanias e Pelatias – Dois líderes israelitas (11.01-04) que acreditavam erroneamente haver sobrevivido ao primeiro cativeiro devido à própria influência e por pertencerem à elite. Cegos para a realidade, induziram o povo a crer que estavam seguros em Jerusalém e que podiam acomodar-se confortavelmente apesar das ameaças de destruição anunciadas por Deus.

Em Cristo,
Itamar Carrijo

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